poema sem título, de Alexandre Honrado

Céu após céu
todos os céus
nos passam a
montante e é
por isso que a
tua chuva vem
veloz do caule
onde és flor de
luz, orvalho nu.

São os teus olhos:
Desembocam no ar.

Guardo-me, só,
no vale do teu sorriso.

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